Eu orgulho-me de ter estado presente no dia 12 de Março de 2011. Eu faço parte do Movimento 12 de Março. E tu? Ficas a ver ou participas?
Passo II - Movimento 12 de Março
Dia 12 de Março ficará como a primeira pedra que lançámos para a construção do edifício-futuro. Pedra preciosa e simbólica. Na qual se suportarão os alicerces de algo maior.
Algo de novo, que una e não divida algo que nos coloque a nós, Portugueses, seres humanos, na rota de uma existência mais justa, solidária e feliz.
A pureza do que aqui temos não se pode perder, a força da vaga não pode esmorecer no areal, há que entrar terra adentro. E levar estas ideias através da distância.
Nós tudo podemos. Disse. Agora mais do que nunca Sei.
Dia 12 de Março mostrou-nos a capacidade de mobilização de um povo, o desejo inquestionável de trabalhar para o bem comum. Fomos, na rua, cúmplices sem temores de apresentarmos as nossas ideias, de as gritarmos a pleno coração no perfeito espaço incompleto da rua. Debatemos, discutimos e levantámos o punho em afirmação de um povo capaz.
Agora urge continuar.
Diversas vontades nos animam, diversas rumos intuimos. Urge não desmobilizar mas urge também não represar o pensamento e a acção que da rua irromperam.
Urge não restringir. Urge criar condições para que todos os afluentes daqui resultantes fluam livremente para o mar.
E é esse mar que vejo, agora, como o objectivo a alcançar. Até lá chegarmos há muito leito a percorrer, até lá chegarmos moldaremos a paisagem, mas será ali, nesse mar que desembocaremos todos.
Trata-se aqui de cartografarmos de novo um país, fisica e humanemente.
Trata-se aqui de convergência mas não homogeneização. Das nossas diferentes perspectivas, dos nossos diversos campos de intervenção, tijolo a tijolo construirmos um edifício sólido onde todos temos lugar, de que todos cuidaremos. A casa de um povo consciente de que é capaz de ser aquilo que quer e merece: Livre.
Assim sendo, após alguma reflexão, apresento um rascunho de futuros passos a dar, os quais deixo à consideração de todos aqueles que partilhem do espírito de aventura que anima todo e qualquer viajante. Porque é disso que aqui se trata, uma viagem rumo a um novo território, o do Bem.
Ponto #1 – recuperar o espírito da ágora, organização de tertúlias, encontros, debates, acções, nas, nossas vilas e cidades, criando condições para que organizações, associações e o cidadão comum partilhem experiências, ideias e soluções. Todas estas intervenções, associações e grupos resultantes encontrariam casa num movimento comum a todos, num movimento, sem líderes, que seria, fundamentalmente, um agregador de vontades e reivindicações.
Para este convergir sugiro que adoptemos o nome de Movimento 12 de Março.
Ponto #2 – Que destes encontros regionais se começasse a desenhar um manifestação das diversas correntes de pensamento, dos diferentes campos de intervenção, da economia à educação, da saúde à agricultura, da cultura à solidariedade. Uma manifestação para o próximo dia 25 de Abril, que se desejaria o mais representativa possível das diferenças que nos unem. Uma manifestação, um movimento, que transportasse em si um manual de propostas e reivindicações a apresentar à sociedade e instituições para que por estas seja discutido e encontre uma resposta concreta no prazo de uma semana até à celebração do feriado de 1 de Maio, onde seríamos novamente a rua, uma rua à escuta do retorno das nossas propostas.
Ponto #4 – Sugiro uma reunião geral, um grande fórum do Movimento 12 de Março, onde as portas se abrem a todos, onde todas as organizações e cidadãos interessados poderão contribuir para avaliarmos do percurso efectuado até lá e traçarmos um novo mapa para a mudança.
Sugiro que este fórum ocorra num espaço de tempo que permita que as acções anteriores possam dar fruto. Deixo uma data para o mesmo: o fim de semana de 10, 11 e 12 de Junho.
Exmos. Srs., Deputados da Assembleia da República;
Na qualidade de participante na manifestação de dia 12 de Março de 2011 e acima de tudo na qualidade de cidadão Português, protesto:
·Contra o abuso do uso dos contratos a prazo,
·Contra o fim dos falsos recibos verdes,
·Contra a falta de apoio ao empreendedorismo jovem,
·Contra o não aproveitamento da massa laboral mais qualificada de sempre do país.
Sugiro:
·Benefícios fiscais ás empresas que contratem trabalhadores sem termo, e penalizações ás que usam sem fundamento legal lógico, sendo necessário para isto, uma revisão do Código do Trabalho em vigor;
·Transformação de TODOS os recibos verdes em contratos de trabalho sem termo;
·Maior facilitismo e apoio de entidades públicas, no sentido de orientação de linhas de negócio para não ocorrer um estrangulamento em determinadas áreas, ao empreendedorismo jovem;
·Maior protecção aos trabalhadores/estudantes que por se encontrarem a contrato, não passam a efectivo por se encontrarem a estudar, quando estão a trabalhar na sua qualificação, beneficiando-se a si próprios, á entidade patronal e ao país.
Nós, jovens, somos o catalizador de Portugal. Nós, jovens, somos a futura massa trabalhadora de Portugal. Nós, jovens, somos os futuros Presidentes da República, Primeiros Ministros, Membros do Governo, Deputados da AR, Deputados do PE. Nós, jovens, somos a geração, mais qualificada de sempre de Portugal. Nós, jovens, devemos de recordar a todos, que o Poder efectivo do país, se encontra na mão do seu povo. Nós, jovens, não concordamos com o que se passa actualmente no país. Por isso, nós os jovens de Portugal, sairemos dia 12 de Março de 2011, para manifestarmos o nosso desagrado. Para nos fazermos ouvir.
Para mostrar, que o FUTURO de Portugal, está nas nossas mãos. E que nós estamos atentos.
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
"Don't wanna close my eyes
I don't wanna fall asleep
'Cause I'd miss you, baby
And I don't wanna miss a thing
'Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you, baby
And I don't wanna miss a thing
I don't wanna miss one smile
I don't wanna miss one kiss
I just wanna be with you
Right here with you, just like this
I just wanna hold you close
I feel your heart so close to mine
And just stay here in this moment
For all the rest of time
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!"
Para ti, que em 3 anos te mantiveste ao meu lado, para o bom e para o mau. @
Ever thine. Ever mine. Ever ours.
We need to grow up even now and then, because it's our nature, it's part of who we are.
But some people grow up badly, they turn into something they weren't.
You thought someone you know was you friend, and you can trust that person almost with your life, but when you least expect, they stab you in the back, with every strength they have.
Well, in my workplace, this is almost my everyday story. People grow up and they learn to stab you.